| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 |
Uma amiga adorou a peça, comprou o livro e me emprestou.
Não consegui passar da página 20, apesar de achar a "premissa corpo moral/tradição e alma imoral/transgressão" bastante interessante.
Ontem assisti, na companhia de meu queridíssimo amigo de BH, e fiquei encantada. A Clarice Niskier conseguiu uma proeza, adaptando o texto de forma "digerível", mas mantendo a complexidade e as sutilezas das construções do livro de Nilton Bonder. A dignidade e a beleza da nudez da atriz são comoventes. Carismática e com sua veia comediante, ela consegue envolver o público e fazê-lo pensar, sendo isso fruto de uma grande "sacada": o intervalo em que ela repete trechos da peça, a pedido do público. Outra coisa que me chamou a atenção foram as amarrações do véu preto, evocando a vestimenta das gregas, muçulmanas, africanas...
"A maior solidão é a ausência de si".
Belo.
criado por Viviane
14:06:35